"A liderança paternal desperta o desejo inconsciente de obediência. O liderado segue os passos do mestre de forma sentimental, numa confiança até infantil. Ao líder, resta a falsa sensação de controle do conjunto que, ao menor questionamento, é completamente ameaçada.
O egocentrismo do líder é essencial, pois a direção deve existir de forma centralizada e firme para poder se construir o objetivo com criatividade, autoestima e, principalmente, autonomia. Já o egoísmo é aprisionador e gerador de um ciclo vicioso dependente e medroso, disfarçado por uma segurança eufórica.
A pipa só é mantida no ar com direção e liberdade. Somente dessa forma ela poderá exercer a sua desobediência com plenitude.
É assim que a liderança deve ser."
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