Por perder facilmente o sentido da vida, por sobrevivência resolvi peregrinar utopias. Escolho aquela que me identifico e não calculo facilidades, só caminho à ela desbravando o que for necessário.
Tem gente que vai ao shopping, tem gente que vicia em adrenalina... Eu coleciono utopias e as realizo. Quando isso acontece, perco novamente o sentido,então procuro outra e a peregrinação recomeça.
O cansaço bate muitas vezes, mas a forma que encontrei em me sentir valorosa,rica, plena foi pegar um sonho, multiplicar por dez (ou mais!) até se transformar em utopia.
Quando começo a falar sobre sonhos como se fosse uma adolescente ou mesmo uma criança fantasiosa e alguém me diz:
"- Para com isso, é utopia! "
Só me resta responder:
"- Então é pra lá que eu vou!!!"
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